Perdido em minhas ilusões,
te achei, e deslumbrei-me com tal visão.
Criei miragens de amor que me salvaram,
do deserto de minha solidão.
Mas miragem como era, logo se foi.
Tentei prendê-la, mas foi em vão.
Escapou por entre as falhas, escondidas até então.
Bebi do rio de presunções, e me afoguei,
em minhas próprias suposições.
E agora, aqui estou.
Mais uma vez perdido em desilusões.
Com sede de ti.
E desejando algo que sei,
que está além do alcance.
Longe de minhas mãos.
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